terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Divórcio


O divórcio é um ato de rutura e normalmente associamos o divórcio ao final de um casamento, mas o verdadeiro divórcio tem a ver apenas com o próprio e não como nenhuma situação externa, podes te divorciar sem estares casado ou mesmo continuando casado.

Pois o divórcio que aqui descrevo significa uma rutura com a perceção da tua essência, representa uma desconexão ao teu Ser, ficas ausente da tua vida, passando apenas a existir nela, em vez de viveres a vida que existe em ti e para ti.

Limitas-te a fazer o que é suposto ser feito e o que é esperado de ti, mas não vives verdadeiramente, colocas um véu sobre o teu Ser e impedes que ele brilhe em todo o seu esplendor. Aceitas limitar-te a uma ideia de sofrimento e de dificuldade, onde precisas de batalhar imenso para conseguir algo na tua vida.Na verdade receias aquilo que descobririas ao te conhecer de verdade.

Preferes não arriscar no desconhecido e resignas-te ao que te é habitual, ainda que te sintas frustrado, ainda que sintas que tens potencial para mais, só que julgas que ninguém reparou nesse potencial, julgas que não te deram a oportunidade para mostrares o teu valor.

Projetas a culpa no exterior, encontras bodes expiatórios que possas culpar pela tua desresponsabilização, o teu deixar andar, resignando-te à ideia que nada podes fazer, é assim que as coisas são e escolhes acreditar que nada podes fazer.

É nisto que reside o divórcio de ti, do teu Ser.

Mas não é tarde para escolher de novo e fazer com que as coisas sejam diferentes, podes escolher assumir as rédeas da tua vida, porque de facto és o único responsável por ela, é dentro de ti que tudo acontece e depois a tua realidade externa resulta num eco do que ocorre dentro de ti.

A tua essência é feliz, é de paz e puro amor e nada há a temer, pois não estás sozinho, o universo está ai para te apoiar, para te orientar, se assim te disponibilizares, a ti só te é pedido que estejas recetivo a essa ajuda e que estejas presente em cada momento.

Que estejas atento aos sinais que a vida te dá para que possas retirar a aprendizagem resultante de cada desafio que a vida te presenteia e que servem para evoluíres e despertares para a tua essência, sabendo que faças o que fizeres, por muito mau que possa parecer, nada pode beliscar aquilo que é imutável e intemporal, a tua essência, pois assim foste criado pelo criador, por Deus, ou outro nome que seja confortável para ti.

Assim é hora de reatares a relação com o teu Ser, pois na verdade o divórcio existiu apenas na tua perceção, na tua mente, na realidade ela nunca ocorreu.



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Todos conectados





Todos conectados e com essa consciência podemos criar uma realidade onde todos contam de verdade, onde ninguém é deixado para trás, por que todos são importantes para o equilíbrio do universo. Se cada um de nós fizer aquilo que pode, então a mudança será real. Faz o que podes, agora.




sábado, 12 de janeiro de 2013

Forgiveness is the key for happiness



Our essence is perfect as it is, it is happy, peaceful and full of joy, but most of us don't feel it in their everyday life in this human experience. What prevents us from experiencing our happy essence is the fact that we are absent from our lives, we dwell in the past or we are anxious about the future.
Actually what happens in your life is not perceived as it is, because you automatically compare it with past references in your mind and you judge what happens based in that assumptions not on what actually happens.
The past memories are the filters in which you see your present, you compare everything with this memories.
And when you have past memories that are painful for you, you shut yourself in a prison shell and you won't experience life as it is in the now.
You are so focused in the past that your aren't willing to realize how perfect you really are and choose to believe in this illusion, this limited idea of yourself, that is unworthy of being happy, that is very much occupied with regrets and bitterness fulled with memories of the past.
But you have forgiveness to set you free, forgiveness is all about self-love, it has nothing to do with what other people may have done to you, what happened happened, you can't change it.You can only change the effect that you allow that past memories to have in your present moment.
Those past memories exist only because you feed them with your attention and emotion, they are just thoughts in your mind, observe them and let them go, you are the space where that thoughts arise and not the thoughts themselves.
You have the choice through forgiveness to choose to be aligned, to be focused with your essence in the now.
Allow life to take care of you, to show you the way in which you can be fully aware of that place in you where peace and pure unconditional love abides.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Pessoas certas ou erradas.


Por vezes duvidamos se as pessoas que fazem parte da nossa vida,principalmente as mais próximas, se serão as pessoas certas para nós. E essas duvidas podem levar por vezes a colocar-se de parte essas pessoas e partir em busca de conhecer novas pessoas que nos tragam aquilo que julgamos nos faltar.

Mas quando essas duvidas surgem nada tem a ver com as pessoas que já existem na nossa vida, mas sim tem a ver apenas connosco, essas duvidas são sobre nós mesmos, resultam de um desconhecimento sobre quem somos de verdade e tendemos a projetar nos outros essas duvidas, pois não queremos olhar para dentro de nós, com medo do que iríamos encontrar.

Assim enquanto encontramos nos outros uma escapatória vamos evitando de olhar para aquilo que somos,vamos escapando aos aspetos que preferimos ignorar que existem em nós.

Na verdade os outros são apenas um espelho da nossa realidade interna e todas as pessoas que surgem na nossa vida são as pessoas certas para nós, independentemente do tempo ou da relação que venhamos a ter com cada uma delas.

E aquelas que mais gostaríamos que nunca tivessem entrado na nossa vida, aquelas que mais dificuldades e dores nos fizeram passar, são aquelas que foram ou são as mais certas para nós, pois são essas que verdadeiramente contribuem para o nosso despertar, para o abanar o piloto-automático e nos fazer mexer e acordar para a nossa verdadeira essência.

Ao lidar com essas pessoas mais difíceis para nós podemos escolher afastar-mo-nos delas e deixar de aprender o que temos de aprender, podemos escolher subjugar-mo-nos ao seu controle e sermos vítimas das circunstâncias e continuarmos numa sonolência existencial.

Ou então podemos aceitar-las como elas são e agradecer tudo aquilo que elas nos ensinam sobre quem somos e sobre como despertar e elevar o nosso nível de consciência e lidar com elas o tempo que durar a nossa relação com elas, sabendo que não somos vítimas, mas sim senhores da nossa realidade.

Pois a realidade é apenas um reflexo da nossa existência interna e possuímos dentro de nós todos os recursos para transcender qualquer desafio que a vida nos coloque ao encontro da perfeição da nossa essência.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Existir é simples


Existir é simples, pois tudo é possível na sua perfeição, tudo é plenitude, aquilo que complica a consciência do existir é a mente humana cheia de conceitos, cheia de ideias pré-concebidas sobre o que é suposto ser, sobre o que é suposto acontecer.

A mente humana é ilusória e criadora de ilusões que perpetuem a sua existência, ela cria muitas duvidas e procura respostas para as duvidas que cria, mas aquilo que acaba por encontrar são mais duvidas, e mais ilusão e mais confusão mental.

Existir é como é e em vez de procurar respostas para o que é, "limita-se" a Ser, porque na verdade ele é ilimitado.A mente humana entretém-se e desperdiça a sua energia nas limitações que cria sobre si mesma e na busca das provas que lhe garantem que assim é, que tem razão naquilo em que acredita ser.

Existe um lugar em ti que dispensa tudo isto, ele é pleno, ele é tudo o que existe e existe nesse todo, em cada manifestação desse todo,perfeito e simples como é. Nesse lugar não existem perguntas que precisem de respostas, ele basta-se a si próprio.

Tu estás vivo e podes desperdiçar a tua experiência de viver com ilusões e preconceitos sobre quem és e sobre o que te aconteceu no passado,acreditando que existe esse passado, e iludindo-te com a possibilidade de um futuro, quando só existes no agora.

Existir é simples, podes prescindir da tua mente, da ideia que tens de ti e simplesmente viver?

Estar presente para a magia da vida que acontece em ti, que acontece por ti, e para ti. Os limites são apenas aqueles que estabeleceste para ti próprio,ainda que alguns possam estar inconscientes, mas podes escolher deixar partir esses limites, deixar cair todas as barreiras que aparentam existir ao teu redor, que assumem a forma de pensamentos.

Observa apenas, fica quieto e conhece a verdade, ouve a verdade, sente a verdade, ela está sempre presente em cada momento, assim te permitas saber a verdade que és. Essa verdade não a podes rejeitar apenas crer na ilusão de uma ideia diferente de ti, mas é apenas isso uma ideia, ela não modifica a tua essência.





segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A ilusão da mente


A informação está disponível para qualquer um a consultar, para qualquer um a estudar, cada vez mais o acesso à informação se torna livre, e no entanto a produção da informação é interminável e de variadas fontes, hoje em dia a questão coloca-se mais na seleção, na filtragem da informação que está disponível.

Saber escolher aquela informação que seja útil para nós, que tenha a ver connosco, que nos permita elevar o nosso nível de consciência.

Podemos nos deixar afogar nesse imenso oceano informativo e no entanto só estaremos a ampliar a ilusão, só estaremos a acrescentar mais barreiras a experienciar a verdade da nossa essência. E a nossa essência é simples, ela é perfeita de tão simples que é.

 Mas nós,ou seja a ideia limitada de nós, não aceita que possa ser tão simples, achamos que tem de haver algo mais, que há sempre qualquer coisa que nos falta para podermos ser melhores, ser mais que os restantes, para podermos nos destacar, para sermos notados.

E isso resulta da maior de todas as ilusões que é a ideia de separação, a ideia que somos apenas um corpo e a mente que o controla.

Se acreditas que és apenas um corpo e a mente que o controla, então sim tens razão, ao te ver como separado de tudo o resto, porque de facto os outros corpos estão separados de ti ao nível daquilo que pode ser percecionado pelos sentidos limitados do corpo. E acreditas que aquilo que pensas, apenas a ti diz respeito e que não afecta mais ninguém.

Só depois a tua realidade, a vida, coloca-te desafios que te fazem duvidar e que se insistires em continuar iludido,vais achar que és uma vítima das circunstâncias, que o mundo congemina contra ti e partes para o ataque, começas a culpar tudo e todos pela tua situação e não te faltam culpados na tua realidade, sejam os teus familiares mais próximos, seja o teu patrão, os teus colegas de trabalho, seja o governo, ou outro que queiras considerar.

Mas tu sabes mais sobre ti do que tens consciência, dentro de ti possuis todas as respostas para todas as dúvidas que possas ter, na verdade aquele que duvida é parte limitada de ti, é essa ideia de limitação que cria as duvidas e que depois procura as respostas.

A tua essência é perfeita assim como é, ela é plena e é plena em todas as suas manifestações, mesmo nessas manifestações de ideias de limitação, mesmo nessas ilusões, continua a ser perfeita e plena. Podes escolher continuar a duvidar, a procurar respostas, a procurar entender quem és, e seguir teorias e práticas que te possam mostrar quem és, que o que quer que faças não interfere nem um pouco com aquilo que é a tua essência.

Ou podes escolher prescindir de saber quem és, prescindir de encontrar respostas ou de fazer perguntas que te levem a procurar as respostas e escolher aceitar-te assim como és. Aceitar estar presente para vivenciar quem és no agora, colocar toda a tua atenção, toda a tua energia a simplesmente Ser.

Tudo o resto que envolva a atividade da mente limitada nunca terá uma resposta satisfatória, pois terás sempre duvidas novas para responder, é um processo incessante de procura e não encontres e nesse processo deslocas-te do momento presente, deixas de viver aquilo que és.


sábado, 5 de janeiro de 2013

6 Coisas a aprender com as crianças




Enquanto adultos temos muito a aprender com as crianças e sem dúvida os pais, que lidam de mais de perto com elas percebem o quanto os seus filhos os fazem "crescer" também. Através da interação com os filhos os pais acabam por se conhecerem melhor enquanto pessoas, ainda que por vezes não tenham consciência disso.

Aqui ficam algumas das coisas que podemos aprender com as crianças:

1 Estar presentes
As crianças vivem no momento presente, não se agarram ao que ocorreu ontem,nem se preocupam com o amanhã,elas vivem intensamente cada situação,estão focadas naquilo em que estão envolvidas.Elas não se deixam afetar pelo que lhes acontece e no momento seguinte já esqueceram tudo.

2 Desconhecem o rancor
Num momento por qualquer razão podem se zangar, e manifestam isso, através do choro,ou de birras,mas rapidamente se libertam dessa situação e voltam ao seu estado "normal" como se nada fosse.E por vezes são os adultos quando estão envolvidos nessas situações,que ainda estão a pensar no que aconteceu e são as crianças as primeiras a perguntar,ainda não esqueceste?Eu já esqueci, porque que não esqueceste?

3 Genuínos 
As crianças são genuínas, não são dissimuladas, nem se preocupam com o que os outros possam pensar sobre elas.Elas agem de acordo com aquilo que acham que é o melhor e dizem aquilo que pensam de determinada situação ou pessoa.

4 Curiosidade
As crianças são curiosas por natureza, sempre atentas aos pormenores,ao que é novo.Elas procuram saber mais, conhecer coisas diferentes.É assim que podemos evoluir,que podemos expandir,arriscando no desconhecido.Pois se nos limitarmos a fazer o que sempre fizemos os resultados serão sempre os mesmos.

5 Brincar
A alegria de brincar,mesmo com as coisas mais simples, como por exemplo uma embalagem vazia, uma tampa perdida, uma pedra da calçada, uma nuvem no céu.Enquanto adultos também precisamos de recordar essa capacidade de brincar com as coisas mais simples,de saborear a vida.

6 Fazer amigos
As crianças fazem amigos em qualquer lugar onde cheguem e brincam uns com os outros,sem se preocupar com estratos sociais, o mais importante é a interação do momento, o brincarem juntos,o se divertirem.Estão assim mais próximos da nossa essência que é una,mas que enquanto adultos vamos esquecendo e é cada um por si,metidos na sua vida, quando a partilha é a maior riqueza que podemos obter.
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