quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Owning the moment



It is time for you to own your life back and you accomplish that by owning this moment, owning the now. And that doesn't mean that you have to control your life, it's quite the opposite, it means that you let go the need for control, the need to understand what happens in your life. 

It's the let go of the attachment of the limited idea of you, that idea of a body and all the stories that it collected along the way, all those stories are illusions, are just excuses of the ego to keep your attention away from the truth, from your true essence.

And it's ok, the ego ain't your enemy, it has the power that you allow it to have. but it can't change whatsoever your essence. You are perfect as you are and there's nothing you need to change or improve in order to be as you already are, this pure presence of love.

What keeps you away from your true essence is the belief that you are limited, that you are wrong in some way, and that you need to change to be a better person. This limited idea makes you believe that you are incomplete and that you have to search for what's been messing; being this search that diverts your attention from your essence and realizing that you are already what you've been looking for.

When you decide to own your life every need that you think you could have stops and you free yourself and the world from the illusion of scarcity and of separation.

All is here right now, the truth about your Self is here at this moment, you don't have to do some long process of evolution to realize that, you don't have to suffer a lot first in order to realize the truth about who you really are. The truth is as it is and you can choose to be aware of it right now if you're willing to detach of that limited idea of yourself. 


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Ego em guerra



O ego é essa ideia limitada de ti, é essa história sobre essa personalidade que te habituaste a acreditar como sendo quem és, constituída por um corpo e pela mente que o controla; o ego é uma guerra permanente entre aquilo que é a realidade e aquilo que julgas que ela é.

E enquanto não despertas dessa guerra, continuarás num conflito permanente para encontrares algo mais que julgas te faltar, julgas sempre que és imperfeita e que há algo externo a ti que te poderá dar aquilo que te falta; que existem outras pessoas que possuem aquilo que também desejas para ti e que ambicionas alcançar um dia e para isso estás disponível para fazer sacrifícios para o conseguir.

Toda essa guerra, todo esse conflito é interno, é uma ilusão que ocorre dentro de ti, nesse espaço de pura consciência que és; esses conflitos são um mero encadeado de pensamentos que aceitas que te limitem, com os quais te identificas plenamente e assim permites que condicionem aquilo que experiencías na tua realidade.

É agora, o momento certo para fazeres umas tréguas nessa guerra que ocorre em ti. E como o podes fazer?

Através do auto-inquirimento, questionando os pensamentos que ocorrem em ti, sem os aceitar completamente só porque ocorrem, por vezes os pensamentos enganam-te, induzem-te em erro, quando te identificas totalmente com eles.

Por si só os pensamentos são neutros, é a tua atenção que os torna poderosos ou não.

Tu tens a escolha de ser livre, de te aceitares como és plenamente, pois a tua essência é perfeita, nada do que faças, ou do que pensas que fazes pode condicionar o que quer que seja a tua essência. O que quer que aceites como verdadeiro para ti, pode condicionar apenas a perceção que tens sobre o que és e aquilo que vivencias nesta experiência humana.

Tudo aquilo que julgas como mau na tua realidade acontece para que despertes dessa ilusão de limitação, dessa guerra do ego; os acontecimentos e as pessoas que consideras negativas são uma espécie de bandeira branca que te sinalizam que é hora de parares, de encontrares o conforto dessa paz interna que reside em ti.

É pelo contraste entre as coisas que consideras boas e as más que podes encontrar o caminho de volta à tua essência.

Quando te permites libertar da necessidade de controlar a tua realidade para que esta corresponda aos teus anseios e te entregas a essa inteligência superior da tua essência, que é ilimitada, e que tudo tem, encontras a paz na tua vida, encontras a serenidade para superar qualquer desafio que a vida te propõe, aprendendo o que tens de aprender até estares totalmente preparada para despertar em pleno para a tua essência. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Comentadores da vida


Raramente vivemos a vida como ela é, pois para isso é necessário estar presentes para a viver, e estar presente é viver no agora, tudo o que seja fora do agora é uma mera ilusão, que contudo é real para quem a cria.

Enquanto humanos estamos na maior parte das vezes ocupados com os pensamentos que ocorrem na nossa mente, aceitando que somos apenas esses pensamentos e aquilo que consideramos a nossa vida é na realidade uma interpretação que fazemos sobre o que acontece.

Somos verdadeiramente comentadores da vida, ocupamos o tempo todo a julgar o que ocorre, sempre ocupados com as memórias que pululam na nossa mente e tudo o que ocorre é medido por essas memórias, que são a medida de julgamento para o que percecionamos como real.

E quanto mais recorremos às memórias para avaliar o que acontece, mais força lhes concedemos para condicionar a nossa realidade e as novas memórias que julgamos criar são recriações das memórias antigas.

É apenas no presente que criamos aquilo que serão as nossas memórias do amanhã, se essas memórias forem apenas recriações das memórias antigas, ficamos presos a um reviver constante do que passou, sem aprender, sem evoluir com o que passou. Vivemos mergulhados em pensamentos sobre o passado que nos impedem, enquanto o permitirmos, de viver a vida como ela é, simplesmente como ela é.

Limita-mo-nos a comentar a vida que somos de acordo com aquilo que julgamos ter sido e tudo aquilo que consideramos como errado em nós projetamos naqueles que fazem parte da nossa realidade, por forma a livrar da culpa, a livrar do peso do que nos desagrada; Tudo aquilo que nos desagrada nos outros é uma projeção de aspetos nossos que pretendemos evitar, que escolhemos não ter consciência deles e no entanto a vida dá-nos a oportunidade de lidar com eles para os superar aprendendo o que temos de aprender com eles.

É mais fácil ver os nossos defeitos representados por outros,julgando que nada tem a ver connosco e do alto da nossa elevada moral, criticar o que fazem, os seus comportamentos e achar que estão muito longe de nós, que somos melhor do que eles são e no entanto todos somos uma só essência, estamos todos ligados.

Podemos escolher ver aquilo que é e aceitar o que somos como parte desse todo, ou achar que nada temos a ver com isso e continuar a alimentar a ilusão de separação, a alimentar essa ideia de personalidade embelezada pelo corpo físico e todas as suas habilidades.

O que fazer então?

Na realidade nada nos é pedido fazer, pelo contrário, é fazendo menos que iremos descobrir que tudo o que julgávamos que faltava, tudo o que procurávamos já existem em nós e que todos os problemas que acontecem são apenas chamadas de atenção para despertarmos para a realidade da nossa essência e que apenas precisamos de aceitar os sinais e orientação da vida.

Nós somos vida, ela acontece em nós, para nós, somos nós a vida em todas as suas diferentes manifestações. Podemos escolher deixar de a comentar e apenas a desfrutar tal como ela é.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A utilidade do sofrimento


O sofrimento pode ser algo que te aprisione, que te impeça de viver, ou então podes permitir-te encontrar utilidade no sofrimento que tenhas que experienciar; não significando isto que procures o sofrimento para retirar a utilidade do mesmo.

E que utilidade se pode retirar do sofrimento?

Normalmente a dor física é um sinal do corpo de que algo não está bem e precisa de ser lidado, é uma chamada de atenção para algo que tens negligenciado, já o sofrimento é um sinal que a mente te envia para que dediques a tua atenção para a verdade em ti, para que olhes para dentro por forma a despertares para quem és.

A vida vai nos dando sinais para que possamos despertar para a essência una que nos conecta ao todo, para que despertemos dessa ideia de que vivemos separados de tudo o resto, que há um nós e eles, que os outros nada tem a ver connosco; e se formos olhando para o lado, se formos ignorando esses sinais, então a vida envia-nos sinais mais fortes que não poderemos ignorar e ai resulta o sofrimento.

Existem pessoas que mesmo sofrendo continuam ignorando a verdade que lhes é dada a conhecer, a oportunidade de se "renderem" a quem são de verdade e deixar de tentar controlar aquilo que consideram a sua vida, a sua realidade. 

O sofrimento é o resultado de não aceitares a vida como ela é e achares que ela deveria ser algo de diferente do que ela é. Entras em conflito com a realidade e no entanto a realidade leva a melhor sempre, em 100% das ocasiões, porque ela é como é e não pode ser de outra forma, aquilo que pode ser de outra forma, aquilo que é mutável é a perceção de tens da realidade.

O sofrimento por si só é uma perceção tua, ele não resulta da realidade, mas enquanto humanos vivendo em dualidade, é nos contrastes que vamos elevando o nosso nível de consciência.

O bom disto tudo é que nada pode beliscar a tua essência, nenhum sofrimento por muito extremo que possa parecer, consegue diminuir a perfeição do teu Ser, da vida que és, em todas as suas diferentes manifestações.

O que quer que ocorra é a vida a viver-se a si mesma, seja percecionado como bom ou mau, tudo isso é um perfeito equilíbrio que chamamos de vida. Quando vemos a imagem alargada do conjunto compreendemos que tudo o que aconteceu, aconteceu como tinha de acontecer e não poderia ser de outra forma e isso é assim porque foi o que aconteceu, é o que acontece em cada momento, só ocorre o que tem de ocorrer e do modo que tem de ocorrer, seja qual for a nossa perceção disso.

Só nos é pedido que estejamos presentes em cada momento para desfrutar da vida como ela é, sem mais.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Porto: How I saw the Cidade Invicta

O que precisa de mudar para ser feliz

Aquilo que precisas de mudar para ser feliz é a ideia que tens sobre ti,sobre o que és de verdade, é conhecendo-te plenamente que irás encontrar tudo aquilo que tens procurado para ti. A tua essência é perfeita, ela é feliz, nada precisas de acrescentar àquilo que já és.

Basta que te aceites plenamente como és, que deixes de desejar ser qualquer outra coisa diferente daquilo que és, pois é precisamente essa batalha entre aquilo que julgas desejar ser e aquilo que és de facto, que te impede de te experienciares na perfeição do teu Ser.

Esse desejo de mudança é apenas um pensamento, um conjunto de pensamentos sobre pensamentos e que enquanto estiveres mergulhada nesses pensamentos não permites que a tua atenção se possa direcionar para a beleza interior que grassa em ti.

Os pensamentos por si só não são maus nem bons, elas são meramente pensamentos, as complicações só surgem quando te identificas totalmente com esses pensamentos, quando aceitas que és aquilo que pensas e no entanto aquilo que és é essa consciência desses pensamentos, és esse espaço onde eles ocorrem.

A escolha é tua podes continuar a alimentar esses pensamentos que te dizem que precisas de algo mais para ser feliz , que precisas do amor de outras pessoas para sentires amor, que precisas da aceitação e apreciação de outras pessoas para validação da tua existência, que existe escassez neste mundo e que apenas alguns tem direito a viver a abundância.Tudo isto são pensamentos, são crenças que alimentas e dás vida na tua realidade e que te levam a procurar as evidências que as suportem.

Como disse a escolha é tua, isso não significa que agora passes a um outro extremo de te culpares por não te conheceres plenamente, por julgares que deverias ser mais espiritual para que tudo se resolva; as coisas são como são, aconteceu aquilo que tinha de acontecer, assim como continuará a ser.

Só te é pedido que não compliques a tua vida, aceita-a como ela é, fica presente em cada momento e recetiva ao que ela te traz; isso significa que continuas a agir como até aqui, mas mais presente, mais ciente dos pensamentos que ocorrem, sem te deixar envolver totalmente neles. Verás como as coisas parecendo que continuam iguais começam a mudar bastante, pois aquilo que muda é a tua perceção da realidade, a tua relação com a realidade.

Entras em fluxo com a vida, pois tu és vida, ela não é algo exterior a ti, é quem tu és. Deixas de ser vítima ou carrasco e és simplesmente como és, sem julgamentos, apenas pura presença de amor.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Connection can only be made from inside





As humans we look for connection with the ones around us, first the family, then friends and mostly looking for the other "half" of us in order to be completed.
But you can't be connected with anyone else, because we already are connected, we never ceased to be connected, we are all united in essence, we are one.
In order to realize that we are one with all things, with the whole, we just have to connect with ourselves and come to see how that connects us with anyone else.
What is keeping us away from others is just the belief that we are limited to this body and the personality we are used to relate as us.
The one we think we are is just that, a thought, it's just a group of thoughts that we are habituated to identify as our story, and we live on and on, the same story, generating thoughts about thoughts about this personality, so limited that eludes us from the truth of what we really are.
We are this pure presence that sees all this and keeps being perfect as it is, that keeps unchangeable for ever and ever, because it knows no time, it knows no space.
Nothing in life is as important as we think it is when we are thinking about it.
Whatever happens can't change a bit what is our essence, in fact it's all part of us, it's all part of life, a manifestation of consciousness being aware of itself.
All the troubles, all the suffering, all thoughts, all actions occur but there is no one to what this things happen to. Only the illusory limited idea of us, the ego, tries to make us believe that we are it, that we are limited, and as you believe in it, as you put your attention on it, it will be the truth for you.
It is a choice that we can make at each moment, to believe in this limited idea or to be as we truly are.The truth comes from within wherever we are,whenever we choose to look onto it.

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