quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Live simply


Life is simple the perception you make of it tends to complicate it, but only in your mind. Nothing can change that which is perfect and unchangeable.

No matter what happens in your reality, you still as perfect as you were created in the first place. The thing is that what you think you are is not what you really are. You are much more than the limiting body and mind that controls it.

This "I" you think you are is just a thought, is a narrative created in the time line and you believe to be real. Look for it, can you see it anywhere this "I" you think you are. Look in the mirror, is it there to be seen. The body, yes you can see it, you even can feel it, touch it. But this "I" can you touch it?

This "I" is a thought that appears linked with other thoughts that are perceptions of what happens in reality. Yes, emotions are real, feelings are real, actions occur in this dimension, but there's no separate "I" doing it, those things happen for itself. Then comes the thought of an "I" linked to those things that happens.

For instance, when saying, "I" am feeling happy, in reality there's no one feeling happy, happiness is as it is. Only this "I" thought believes to own the experience of being happy. Without it, the limitations, that abides within this unlimited consciousness space, cease to exist.

But what to do now? Should we try to put off this "I" thought?

No, there's no need for it. You just have to realize that you're not it. Just be detached of it and enjoy the ride of this human experience as it is. Embracing whatever comes without feeling threatened  by it.

Live simply what is, love what is, go with the flow without expectation and fully open to what life brings, because you are life being aware of itself. It ain't something external to you, it is you.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O amor chama por nós



O amor chama por nós em todas coisas que existem na nossa realidade. Tudo é amor ou um pedido de amor. Apenas o amor é real. E este amor é incondicional, tudo abrange, tudo inclui. 

Normalmente o amor que é mais considerado é o romântico e este é condicional. Ele exige do outro aquilo que julga lhe faltar, é um amor de dependência.Tudo isso resulta da ideia de separação, da ideia de limitação a um corpo e a mente que o controla.

Essa ideia induz uma busca incessante por algo que não podemos obter, a não ser numa ilusão temporária que terminará em desilusão. Pois ninguém pode nos dar aquilo que já existe plenamente em nós, que na verdade, é quem somos.

Somos amor e logo nada há a acrescentar àquilo que somos. Para tornar ciente que assim é basta terminar a busca, deixar que esta cesse e desse modo se crie uma pausa na nossa atenção para aquilo que é a essência.

A busca por algo que nos complete estabelece ruído, cria barreiras em redor da nossa atenção e deixamos de ver, de sentir que de facto estamos não a encher o nosso recipiente, mas sim a transbordar e a inundar tudo.

Sendo essa inundação um desvirtuar do nosso foco. Tendo isto ciente mudamos o paradigma e em vez de procurar por mais amor, passamos a distribuir o nosso amor. A atenção vira-se para a partilha e é essa partilha que nos prova que somos plenos e quanto mais damos mais cientes dessa plenitude abundante ficamos.

Deixamos assim cair a ilusão de incompletude e podemos desfrutar da realidade como ela é. Entrar em sincronia e fluxo com a nossa essência de puro amor. E o desapego libera-nos de sofrer desnecessariamente, seja por falta de algo, seja por medo de o perder quando achamos que o temos. 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Self-fulfilling prophecy





Our life is a mirror of our beliefs, of this internal conflict based on the idea of separation. The idea of being a body and the mind that controls it. Seeing ourselves as separate we accept scarcity as a natural thing and that we have to battle with each others in order to get the most.

If we believe in this separation, reality will give us proofs of that. We will seek and find that we are right, that we live in a dangerous world, a big jungle, and we have to fight to survive, where only the bests and fit will overcome and be successful.

But you have the choice to see things differently. By letting go the need to control, the need to understand everything and set the course of life. We are life. It ain't something that happens to us, that is external and we have to try to fit in.

Whatever we hold on to, will hold us apart. 

Concepts are limiting walls that we build in this awareness space that we are and we get stuck in the illusion that we are within those walls. When in fact we are outside of them. We are the space where they appear. And in itself it ain't good or bad, unless we let ourselves believe that we are it, that we are limited by them.

The beliefs we accept for ourselves will be expressed in our human experience, will be this self-fulfilling prophecy that we will believe to be the only truth, because we've created it.

There's nothing we have to do other than being present in the now, living life as it is, as we are.

And we will realize that all is perfect as it is, because it is as it is. Whatever happens is okay to happen, otherwise wouldn't happen. And sometimes, as humans, we will experience events as good, other times as bad, but all will pass. And our essence still perfect and unlimited as it is.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Simplificar escolhendo menos e obtendo mais




De uma forma generalizada as pessoas procuram ser felizes, procuram o melhor para si em cada situação e que isso possa ser o melhor para os outros também. Este processo no entanto encobre a verdadeira essência feliz que reside em cada ser. Sendo já tudo aquilo que procuram, são iludidos por essa procura de o reconhecer.

A felicidade e a paz são na verdade uma e a mesma coisa, poderia dizer-se que a felicidade é a paz em ação e a paz é a felicidade em descanso. Mas isso é um conceito apenas para ajudar à sua compreensão, na realidade é desnecessário, pois aquilo que é é como é e não precisa de ser explicado, de ser entendido para ser experienciado.

Se algo possa ser necessário fazer, enquanto humanos, isso seria simplificar. Quanto mais simplificamos a nossa realidade mais em contacto com a essência ficamos. Aqui de verdade menos é mais. Toda a complicação que surge na nossa realidade resulta desse emaranhado de conceitos que nos sujeitamos a crer.

E simplificar começa por aceitar a realidade como ela é, desde aquilo que somos, todas as ideias que aceitamos como sendo quem somos até ao reflexo dessas ideias na realidade externa a ser vivida.

Quanto mais procuramos controlar a nossa realidade para que ela seja de acordo com aquilo que achamos ser o ideal para nós, mais barreiras construímos em redor daquilo que já somos. Sendo essas barreiras que nos limitam e impedem de ver para lá delas mesmas.

Quebrando as resistências, entregando-nos ao momento presente como ele se apresenta e isso por vezes será experienciado como bom e noutras vezes como mau. Mas seja como for nada disso restringe a nossa essência, que é essa pura presença que é anterior a todas essas experiência e que continua presente durante e após o término dessas experiências.

Essa pura presença é a única constante tudo o resto é uma dança permanente de vivências, de ideias. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Relacionamentos perfeitos


Os relacionamentos são fundamentais na realidade humana, são centrais naquilo que temos como identitário, como revelador do que somos. Aquilo que acreditamos ser encontra-se espelhado nas nossas relações com as pessoas que fazem parte da nossa realidade, seja por muito ou pouco tempo.

As outras pessoas mostram-nos aquilo que existe em nós, seja pelo seu comportamento connosco, seja pelo nosso comportamento com elas. Aquilo que fazemos aos outros diz mais sobre nós do que sobre eles.

Qualquer relacionamento que exista na sua vida é perfeito. 

E é assim porque é o relacionamento em que está, tenha ele a natureza que tiver. Aquilo que acontece é perfeito que aconteça, porque é o que acontece. Isso não significa que seja, do seu ponto de vista, um relacionamento de puro prazer, de deleite permanente.

Enquanto humanos teremos sempre aquilo que precisamos em cada momento, aquilo que nos permita conhecer de verdade, ir ao encontro da nossa essência através das experiências que passamos.

Por vezes elas revestem-se de dor,por vezes, revestem-se de alegria e toda a paleta de emoções entre as duas. Mas todas elas acontecem em nós, mas não definem quem somos, não condicionam a nossa essência.

E qualquer relacionamento tem origem no relacionamento primário, e que é aquele que tens contigo mesmo. Através do autoconhecimento vais libertando o peso da limitação, do medo do desconhecido. Ficando mais desperto para lidar em pleno com todas as dúvidas e desafios que a realidade te presenteie.

No fundo todos os relacionamentos são uma relação contigo mesmo.

Não uma relação com a ideia que tens de ti, mas sim de uma relação da consciência consigo própria. E tendo ciente que és perfeito assim como és e que nada colocará em causa a natureza da essência.

Percebendo que és pleno assim como és, que possuis em ti tudo o que poderias necessitar, ficas livre para te relacionar com os outros tal como eles são e não como fornecedores daquilo que julgas te faltar.

Deixas de procurar receber e realizas-te através da partilha, porque quanto mais dás mais tens para dar e assim a prova de que nada te falta.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

EU MAIOR



O Eu Maior é essa presença pura que tudo observa, que tudo abarca, é esse lugar onde todas as manifestações ocorrem e nenhuma delas belisca o que quer que seja, essa presença. A vida que somos é simples e perfeita, seja ela vista de que ângulo for, sendo como é. 

O caminho trilhado por cada ser humano é uma peça desse imensa engrenagem que é a existência, tudo é perfeito sendo como é. 

Tudo acontece permitindo a cada ser elevar o seu nível de consciência, elevar o seu autoconhecimento e quanto mais sabe sobre quem é, mais percebe que tudo aquilo que sabe nada é comparado a sua essência, à sua natureza.

É a necessidade de saber mais que leva ao recordar da verdade suprema, que leva ao encontro com o Eu Maior, até que seja possível acontecer o momento de reconhecer que era a dúvida que impedia de relembrar que já somos tudo aquilo que poderíamos ser, que todas as dúvidas eram um véu sobre a verdade que somos.

A boa notícia é que o que quer que ocorra é perfeito porque é o que ocorre. Todas as experiências que passamos para concluir - aqueles que forem mais persistentes na vontade de autoconhecimento - que nada precisamos de fazer, nada precisamos de acrescentar aquilo que já somos. Basta permitir que aquilo que somos se revele na sua plenitude e isso acontece em todas as coisas da nossa vida.

Nós somos vida, tudo está ligado, nada é excluído. Mesmo aquilo que julgamos como mau, como errado, serve de contrabalanço ao que julgamos como bom, como certo. E este bailado de altos e baixos, de ritmos diversos acontece em nós, mas não nos limita. Somos o salão de baile desse bailado, mas não somos o bailado em si.

 De seguida podem observar o documentário brasileiro EU Maior onde alguns destes bailados, atrás referidos, se manifestam. Diferentes visões ocorrendo sob uma mesma essência.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fazer as pazes com a realidade




Fazendo as pazes com a realidade encontras tudo aquilo que tens procurado, encontras paz, encontras amor, encontras alegria. Pois tudo isso reside em ti, é quem tu és. Essa é a tua essência, aquilo que te impede de realizares isso, é a tua luta contra aquilo que é. 

Essa luta resulta de estares embrenhado totalmente no jogo do ego "de busca e não encontres" e assim será até que possas despertar para a realidade. 

O despertar pode ocorrer de múltiplas formas, e será diferente de pessoa para pessoa, quando acontecer será de uma forma que a pessoa esteja preparada para lidar, de forma que tenha em si todos os recursos para lidar com a situação. 

Isso pode ser através de algo, aparentemente, mais simples, como uma conversa, a leitura de um livro, um filme que veja. Ou através de algo mais complexo e difícil, como uma doença, um acidente, uma separação, um despedimento.

Mas seja de que forma for, será a mais adequada à pessoa, será perfeito como for, porque será aquilo que ocorre. A realidade é simples e perfeita, porque é aquilo que acontece. O que a pode complicar, ou melhor dito, iludir de a complicar é a nossa perceção da realidade.

Apenas a nossa perceção pode ser complicada, é a nossa interpretação que cria conceitos que procuram delimitar aquilo que acontece. Que procura restringir a realidade a caber nesses conceitos, como uma forma de lidar com eles, procurando que se encaixem em conceitos que nos sejam conhecidos, que façam parte da nossa zona de conforto.

No entanto este processo de conceptualizar todo o que ocorre na realidade não altera esta. A realidade é como é e assim será sempre, independentemente daquilo que façamos, a única coisa que pode mudar é a nossa perceção da realidade, é a nossa relação com ela.

Aceitando aquilo que é, pelo que é, sem querer condicionar, sem querer controlar, torna a nossa vida muito mais simples, tal como ela já é. Fazendo as pazes com a realidade a paz que reside em nós vem à superfície e reflete-se em todas as coisas.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...