segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

New book - Novo livro


Acabadinho de chegar a prova do meu novo livro "O Medo quer amor". Em breve disponível para entrega direta ou via amazon.

Feliz agora.

Just arrived the proof of my new book. Soon you can order it on amazon.

Happy now.

10 Dicas para um excelente ano


Estando prestes a iniciar um novo ano e sendo um tempo de balanço olhando para trás, para o inicio deste ano, dos desejos que colocáste, quais os que conseguiste atingir? Por muitos planos que faças a vida irá sempre surpreender-te. Assim em vez de te focares em fazer muitos planos, escolhe confiar e seguir os planos que a vida tem para ti. Deixo-te de seguida algumas dicas para um excelente ano e que são as mesmas para o momento presente, pois apenas o agora existe.

1 Estar presente
Esta é a dica mais importante pois só podes viver em pleno estando presente no agora, todos os outros momentos existem apenas na forma de pensamento, na forma de ideias. 

2 Confia na vida
A confiança é essencial para relembrares quem és de verdade, confiando na vida, ela cuida de ti. Ela só quer o melhor para ti, ainda que por vezes não o pareça na tua perceção limitada do que és.

3 Tu és vida
A vida não é algo exterior a ti, algo que te acontece e que ao sabor da sorte poderá ser bom ou mau para ti. A vida é aquilo que és, tu és vida em todo o seu esplendor, em toda a sua dimensão, nas suas múltiplas formas.

4 Dualidade
Enquanto humanos vivênciamos a vida num plano de dualidade, é através das diferenças que podemos valorizar tudo aquilo que somos de verdade e experiência a nossa essência, ainda que numa versão limitada. Só conhecendo a escuridão valorizaremos a luz, sendo masculino conhecemos o feminino, conhecendo o medo valorizamos o amor.

5 Apenas o amor é real
Apenas o amor é real, pois este é a nossa essência, é como fomos criados. O medo existe nesta dimensão humana dual por forma a valorizar o amor, por forma a ser suplantada no reconhecimento do amor que somos.

6 Unicidade
Em essência somos todos unos, enquanto humanos e até despertarmos para a realidade da nossa essência, acreditamos ser apenas um corpo e a mente que o controla. Acreditamos que aquilo que pensamos apenas a nós diz respeito e no entanto influência tudo ao nosso redor.

7 A utilidade do tempo
O tempo como o conhecemos enquanto humanos é linear, ou seja, passado, presente e futuro. E este serve apenas com um instrumento de preparação para que possamos vivenciar em pleno as experiências de limitação ao encontro da nossa essência. Em essência apenas o agora existe.

8 Partilhar
Através da partilha reconhecemos a riqueza da nossa essência e que está muito para lá dos bens materiais. A abundânica é ilimitada e dando reconhecemos que nada nos falta, pois só pode dar quem tem para dar.

9 Preparados
Aconteça o que acontecer na tua realidade só acontece porque estás preparado para lidar com isso, porque possuis em ti os recursos suficiente para lidar com a situação, pois de outro modo não ocorreria. Mesmo aqueles situações que julgamos de limite, de insuperáveis, se acontecem é porque podemos lidar com elas.

10 Aceitação
Aceitação é estar presentes para a realidade como ela é sem apegos. O que quer que aconteça é perfeito que aconteça, porque de outra forma não aconteceria. E se acontece é porque em essência já concordamos com ela. A aceitação não é algo que tenhas que fazer enquanto humano, apenas basta reconhecer que ela já ocorreu.

Estas são algumas dicas para que tenhas um feliz agora. Para que momento a momento estejas bem, vivênciando o que quer que surja na tua realidade. E sim, por vezes poderás julgar isso como mau, mas se acontece é perfeito e podes aprender com isso e evoluir. A tua essência é perfeita e nada a pode beliscar.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O que é a aceitação





A aceitação é uma escolha de paz contigo mesmo. É uma escolha de te permitires conhecer de verdade tal como és neste momento. E este momento é tudo o que existe. Fora dele nada há a não ser uma ilusão de existir.

Aceitando aquilo que é, tornas ciente a perfeição e simplicidade daquilo que é, sendo como é. Assim como tu és. Nada acontece fora daquilo que é. Deixando de lutar contra aquilo que é, permites que a paz que reside em ti se torne consciente em ti e através de ti, naquilo que consideras a tua realidade.

Aceitação não significa resignação, um cruzar de braços e desistir de viver. Acreditando que nada podemos fazer. Que se tudo é perfeito assim como é, nada podes fazer, que tudo está predestinado.

Bem pelo contrário. Aceitando aquilo que é ficas livre para desfrutar em pleno daquilo que és e que se nota na tua realidade. Sabendo que faças o que fizeres a tua essência continua sendo perfeita e ilimitada, assim como é. Nada de errado poderás fazer, pois se ocorre, é perfeito que ocorra. Mesmo quando te parece que foi mau, que foi errado.

Aceitação é sobre tudo, nada é excluído. Se para aquilo que consideras como bom, o conceito de aceitação é pacífico. Já no que concerne aquilo que julgas como mau, este conceito já não parece praticável. Mas é precisamente estes últimos que mais atenção, mais espaço libertam em ti para desfrutares em pleno tudo aquilo que és. Tudo aquilo que é a tua essência.

Se existe algo que te é muito difícil aceitar na tua vida, que te parece impossível admitires em ti. Então começa por aceitar isso mesmo, que não consegues aceitar. E repara nas reações que esses eventos, ou situações geram em ti. Coloca a atenção nos pensamentos que se originam devido a essas situações. Apenas observa e aceita todas essas sensações e pensamentos. Não significa que concordes com eles, apenas que os reconheces.

No final a tua aceitação não é necessária, porque o que quer que ocorra na tua realidade, naquilo que tens como sendo a tua vida, significa que já a aceitaste. Num nível mais elevado de consciência, já aceitaste que ocorresse, pois de outro modo não ocorreria.

Ao aceitar neste nível de consciência aquilo que é, simplificas a tua realidade e encontras tudo aquilo que julgavas te faltar.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A melhor prenda





A época de natal é, se assim o permitirmos, uma chamada de atenção para a oportunidade de nascer de novo para a essência amorosa que de facto nos constitui. Celebrar junto daqueles que amamos a vida que habita em nós, em cada pedaço do Ser.

Sem se deixar afogar no espírito comercial festivo, onde apenas a troca de prendas motiva o convívio. As prendas por si só não são nem boas, nem más. Serão uma ou outra de acordo com a intenção que colocarmos nelas. 

Quando as prendas surgem como um simbólico gesto da lembrança do amor que desejamos partilhar com aqueles que nos são próximos, aí a intenção está no outro e não no objeto. Por outro lado se forem meramente um meio para obtermos aquilo que desejamos, estamos centrados em receber em vez da partilha. Desvirtuamos a intenção de amor associado à época.

O natal é uma oportunidade de encontro connosco mesmo através do afecto que dispensamos aos que nos rodeiam. É uma oportunidade de relembrarmos que somos abundantes em amor, na realidade que somos esse amor. E a maior prova que assim é, encontra-se na partilha. Pois só pode dar quem tem para dar.

Quanto mais se dá, mais se tem para dar. Fazendo-o de uma forma desinteressada criamos espaço na nossa atenção para a perfeição da vida. Mesmo nos momentos difíceis que a vida nos coloca como desafios, a superação dos mesmos resulta de uma maior partilha. Ninguém fica para trás, ninguém vive sozinho. Somos todos  um só em essência. 

Todos sem exceção são imprescindíveis ao equilíbrio da existência. Sendo solidários com aqueles que mais precisam neste momento, recordamos a abundância infinita do universo e que se substancia não nos bens materiais, mas naquilo que não é reconhecível senão aos olhos da alma. E que não tem preço. Falo do amor da paz e felicidade que é a matéria de que somos feitos. 

Assim a melhor prenda que cada um de nós tem para dar, é aquilo que somos. Dando o melhor de nós em cada interação com o outro. Vendo-o como ele é, sem filtros. Olhar com os olhos da alma. De coração aberto para partilhar o nosso amor. 

Feliz natal.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Afonso Cruz


Partilho com vocês a imagem do último livro de Afonso Cruz, um dos meus autores preferidos. Quem gostar de ler aconselho a descobrirem os livros dele, desde a literatura infantil, com textos e ilustração do mesmo. Este "Para onde vão os guarda-chuvas" pode ser uma boa prenda de natal, para oferecer ou receber de alguém. Divulgo o livro porque gosto, uma vez que não conheço pessoalmente o autor, nem tenho algum contacto com a editora.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Escravo do mundo emocional


O mundo emocional aprisiona-te sempre que te identificas totalmente com o teu estado emocional. Quando aceitas que és aquilo que são as emoções que surgem em ti, tornas-te escravo das mesmas. Elas condicionam-te e enquanto te permitires limitar por essas emoções não experiências a liberdade que de facto é o teu estado natural.

Tu és livre, nada te limita, mesmo quando acreditas que és limitado, em essência não o és. Nem podes ser, aquilo que pode ocorrer é acreditares numa ideia de limitação e enquanto assim é, limitas a tua atenção dentro dessa ideia.

No entanto ideia alguma pode condicionar a verdade de ti. Tu és o espaço ilimitado onde todas essas ideias se manifestam. Elas no entanto vão e vem e tu continuas sendo como és. Simplesmente perfeito. Aconteça o que acontecer é perfeito que aconteça, pois de outro modo não aconteceria. A única diferença resulta daquilo que fazes com o que te acontece.

Tudo acontece primeiro dentro de ti e depois projeta-se fora. 

Parecendo por vezes que nada tens a ver com isso, que outros são a fonte daquilo que ocorre na tua realidade. No entanto a única fonte da tua realidade és tu e ao assumires a responsabilidade pela tua realidade permites-te deixar de ser escravo do teu mundo emocional. 

Contemplas as emoções que surgem, aprendes aquilo que elas tem para te ensinar, para te relembrar, mas de forma alguma permites que elas te condicionem a ser algo que não és, nem podes ser. O teu maior valor recai na tua atenção. Onde colocas a tua atenção, enquanto humano, reforças o poder que essa situação ou objeto tem em ti.

A tua atenção serve de filtro para aquilo que experiencias na tua realidade, mudando a tua atenção, o teu foco, aquilo em que te focas muda para ti.

Tu és o lider da tua realidade através da atenção que dispensas a cada momento que ocorre em ti e para ti.E seja qual for a escolha que faças podes sempre escolher de novo. Nada é definitivo para ti, tudo é temporário, apenas a tua essência é eterna, é intemporal.

Torna-te mestre das tua emoções, observa-as quando surgem, experiencia tudo aquilo que elas te trazem e que te querem comunicar. E depois deixa que partam, sem apego e essa paz e amor que é anterior a qualquer manifestação continuam ai, garantindo que tudo está bem assim como é.





segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Trying to control life



The most of what we consider problems comes from trying to control the way our life unfolds. But we cannot control how life is, we can control how we deal with life, with the assumptions we make about what we are and the way things happens in our life experience.

Whatever we think we are and everything else is, in reality that's not it. We are far from realizing the all truth, as humans we cannot grasp the whole, we cannot understand the full dimension of life and ens the full dimension of who we are.

And it is okay to be like that. In fact that's the point of this human experience, being limited by a body and a limited awareness of our true essence and within those limitations overcome them fully present to whatever comes, fully aware of life as it is. As we are, we are life, we are it. It ain't something that casually happens to us, but we are it.

Life is perfect as it is, we are perfect as we are. And no idea of limitation can reduce whatsoever what is our essence. We become more aware of that by embracing totally, moment by moment, what we are and what unfolds as life to us.

Life is as it is and not as we think it should be, because the one who is thinking is not aware of its true essence, of the truth about Self. In order to be aware of truth we just have to do less, much less and just get in touch with life as it is, go with the flow. 

Letting go control we will realize that was the idea of control that was stopping us to realize how perfect and simple everything is. What we can control is how we relate to life and all things within it. We just have to choose between being right or being happy.

 When we choose to be right we will have to struggle a lot with reality and loose every time we try it. Choosing to be happy, we choose to be as we are, to be fully connected with our essence, embracing the now. 

It's up to you to make your choices and whatever you choose it will be okay, because you can always choose again. 


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