segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O verdadeiro segredo da vida


O verdadeiro segredo da vida esconde-se na vida em si. Esse segredo está à vista de todos. O verdadeiro segredo da vida é desfrutar de cada momento tal como ele é. Tu és vida, tu és a tua vida. Nada existe fora de ti, para lá daquilo que és em essência. 

A vida não tem segredos para ti, nada se esconde de ti. És perfeita assim como és, nada mais te é pedido que sejas para além daquilo que és. E de facto nada te pode ser perdido para além daquilo que és, pois já és tudo aquilo que poderias ser. 

Aquilo que és, no entanto, não é apenas aquilo que julgas ser. E aqui é que reside a ilusão, crês ser uma versão limitada de ti, não tens consciência plena daquilo que és em essência. Na verdade não é suposto que saibas, que tenhas essa consciência enquanto humano. Faz parte das regras do jogo, a ilusão de limitação, a ilusão de separação e a necessidade de lidar com as diferentes partes desse mesmo todo.

Enquanto humanos a nossa essência de amor continua a estar presente em tudo o que somos e fazemos. E no entanto criamos a ilusão do medo que condiciona a perceção daquilo que somos. O medo cria um véu que tenta toldar o amor que somos e por vezes é mais fácil aceitar esse medo do que enfrentar a verdade do amor que somos em essência.

Torna-se mais temerosa a ideia de um amor incondicional e perfeitamente puro. O ter de lidar com esse brilho intenso que habita o âmago daquilo que somos, que aproveitamos a desculpa do medo para desviar a nossa atenção desse amor e preferimos lidar com a ilusão do que com a verdade do amor que somos.

O segredo da vida está em aceitar tudo o que surge, mesmo a ilusão de separação, mesmo o medo de perca de identidade, o medo de deixar de ser quem cremos ser. Aceitar o medo, aceitar o lado sombra que só existe porque o lado de luz é maior, tudo engloba nada exclui. Esse lado sombra é um véu temporário que permite esta experiência de dualidade e desse modo a vida tornar-se ciente de si mesma.

O segredo da vida é que não há segredos, tudo te é conhecido ainda que possa estar inconsciente, pois tu és parte do todo. Tu és simples e perfeita, tal como és neste momento presente. Aqui e agora simplesmente amor.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A vida é simples, só tu a podes complicar


A vida é simples, aquilo que és em essência é perfeito e simples, tu és vida una com o todo. Nada ocorre fora de ti, desconectado a ti. Sendo nós perfeitos em essência e desse modo simples apenas nós próprios podemos criar a ilusão de complicação dentro desta experiência humana.

A ideia de separação resulta apenas de ti, pois a essência que és é imutável, é uma só, é o absoluto. Aquilo que verdadeiramente podemos criar é a noção de separação, a ideia de divisão, de um eu e eles. Um nós e os outros. E dentro dessa ilusão podemos desfrutar dessa sensação de separação para ter o prazer de relembrar que somos perfeitos e unos. 

Ou então podemos complicar esta experiência, gerando sofrimento baseado nessa ideia de separação, baseado numa necessidade de sobrevivência onde apenas os mais fortes podem vencer. Numa ideia de eu ou eles, não tendo nesta cabimento a possibilidade de eu e eles.

A complicação da realidade humana começa nas presunções que estabelecemos em função daquilo que julgamos ser a realidade. É a nossa interpretação daquilo que acontece que a pode complicar ou perceber como simples que é.

E é simples porque é o que acontece. A realidade tem sempre razão consubstanciada na sua ocorrência. Aquilo que a complica, para nós, são as interpretações que estabelecemos e que depois envidamos esforços por encontrar as provas que o sustenham. E iremos sempre encontrar essas provas quanto mais arreigadas forem as certezas que temos sobre a nossa interpretação.

Tens sempre a escolha de deixar de complicar, de desligar o complicómetro. Fazes isso aceitando a realidade tal como ela é. Ao aceitares a realidade encontras a paz que reside em ti e te demonstra que tudo está bem, mesmo quando não aparenta estar bem. Pois aquilo que não aparenta estar bem resulta de uma visão limitada da situação e de uma ideia de separação reforçada pelo medo.

Para simplificar escolhes o amor e isto mais do que uma escolha é uma permissão de aceitares a essência daquilo que é. Complicas quando te deixas guiar pelo medo, que cria cenários elaborados, teorias da conspiração, como se o universo, a realidade te quisesse fazer sofrer e com isso pudesse obter algum ganho.

Deixando de complicar relembras a perfeição e simplicidade deste momento tal como ele é. Tal como és, vida sendo vivida.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Problems won't go away unless you do


Problems exist in your life because you exist in your life. This you is the limited idea of you, is the ego, this little self bound to this body and the mind that controls it. In order to end all your problems you have to put an end to yourself first.

How you do that?

Does it mean that you have to die, to put an end to your life? No it is quit the contrary, it means to wake up from the illusion of self. It is putting and end to the victimhood. You are the cause of this reality you think to find yourself in.

It 's  your beliefs about who and what you are that derives the experiences you're elluded to have. You are not what you think you are, you are not your thoughts. You are the unlimited space where they occur and all experiences happen also. 

You are life experiencing itself through this limitations relating one anothers. Life ain't something that happens to you, it is all you. What you see as reality is just a mirror of what happens first within. And so what you perceive as problems are reflexions of things that you've been ignoring within you. Be it unconscious or consciously.

Problems are just things that you labeled as problems, if you allow them to be seen as challenges you give yourself in order to evolve, in order to remember who you are in essence. Use what you've seen this fare as problems as signs to guide you in the right path back home.

Ultimately the you who thinks has problems isn't real, it is just a habitual thought, it is just a story that you created and keep developing moment by moment. And it is okay to create this story, to enjoy each moment of it. If you do it without attachment. But if you feel you can't be unattached of this story, it is also okay, because you always do what you're prepared to do and happens to you only what you're ready to deal with.

Life is simple and perfect as it is. You are life, you are simple. Problems come and go. The you you think you are come and go. Your essence still unchanged, still peacefully loving. As it is.




segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A dor é real o sofrimento é opcional


Enquanto humanos vivendo presentes cada momento,cada experiência que a vida, que somos, nos presenteia podemos experienciar a dor. A dor é real e faz-se sentir. Já o sofrimento que possa resultar dessa dor é opcional. O sofrimento é a estória que te contas a ti mesmo sobre essa dor, é o enredo que te permites criar em torno da dor.

Esse sofrimento cria cenários e mais cenários, todos imaginários, que existem apenas para ti. E como contas vezes sem conta essa estória que criaste, acreditas nela e procuras e encontras as provas que te mostram o quão real é essa estória.

A dor é tua amiga, ela existe para sinalizar situações que te levam ao verdadeiro conhecimento de ti. A dor pode-te despertar do estado de dormência e limitação que enquanto humanos nos encontramos. No entanto evitamos a dor, torná-mo-nos  intolerantes perante a dor.

Ao mínimo de dor procuramos tudo que nos impeça de a sentir, sejam comprimidos, sejam distrações  mundanas que nos tornem indolor. Acreditamos que se não sentimos dor, então tudo está bem. Ou então escolhemos sofrer a dor, escolhemos ampliar através das estórias criadas os efeitos da dor e desse modo deixando de tornar consciência daquilo que a dor sinaliza por si só.

Quando a dor vem em vez de agir de imediato podemos escolher lhe dar espaço para que se manifeste, para que ela dialogue connosco, que nos diga o que tem de dizer. O sofrimento pode ser poupado, neste desperdiças tremenda energia que te seria útil para despertar e aprender aquilo que a dor te quer mostrar.

O sofrimento por si só amplia a dor, amplia uma ideia de intensidade de dor que não é a original, mas sim aquela que é criada e imaginada por ti, por essa ideia de limitação, pelo ego. O que leva a um reforço da separação, a um reforço da ideia de limitação e de vítima das circunstâncias.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

As escolhas que podemos fazer em cada momento



Causa e efeito a diferença entre ser vítima ou plenamente ciente de si, das escolhas que pode fazer em cada momento. Enquanto humanos cremos ser um mero efeito da ação das circunstâncias, das pessoas que nos rodeiam, sejam parentes, amigos, patrões, colegas ou meros estranhos. E quanto mais vitimas aceitamos ser mais separados nos vemos de tudo e todos.

E no entanto a causa de tudo isso que cremos ser a nossa realidade, reside em nós. Tudo acontece primeiro dentro e depois projeta-se fora. Somos o realizador das experiências que passamos, e o realizador aqui significa que somos nós que atribuímos o significado a todos esse eventos, a todas as ocorrências.

A nossa atenção é seletiva e orientadora das nossas experiências. E isso será assim enquanto aceitarmos ser esta personalidade identificada com o corpo que transportamos. E por si só isso não é mau, nem bom, faz parte das regras do jogo da vida, deste jogo de limitação.

Aconteça o que acontecer é perfeito que aconteça, senão aconteceria de outro modo. Não depende de nós decidir aquilo que acontece, depende sim de nós decidir o significado que lhe atribuímos, a atenção que dispensamos a cada ocorrência e o que fazemos a partir disso.

Podemos continuar dormentes crendo ser vítimas do mundo, da arbitrariedade de algo ou alguém superior a nós. Ou então despertar do torpor da ilusão e viver focados no presente. Aceitando a realidade tal como ela é e fluindo dentro da mesma. Pois somos essa realidade, somos a vida a ser vivida plenamente. 

A vida não é algo que nos acontece e que por acidente nos leva por um caminho ou outro. A vida é tudo aquilo que somos, indissociáveis  de cada ato, de cada ação. Por vezes seremos abanados pelas circunstâncias por forma a testar até que ponto nos mantemos adormecidos ou se estamos preparados para despertar para a verdade para lá do véu do imediatismo.

Alguns de nós despertam da dormência por forma a relembrar aos restantes da ilusão em que vivemos e de que nada disso belisca a essência. Que qualquer ideia de perda e separação é isso mesmo uma ideia e nada mais do que isso.

A escolha para despertar está sempre disponível, deixando de ser meros efeitos e optando por reconhecer como sendo a causa de tudo isto. E que tudo está bem assim como está, ficando livres para desfrutar de cada momento sem medo das consequências para lá das imediatas. 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Toma atenção


Crês existir onde estiver a tua atenção, onde colocas a tua atenção limitas a tua perceção da realidade a esse foco. Se a tua atenção estiver orientada para o passado e tudo aquilo que tens memória de ter acontecido. Obrigaste a reviver essas memórias pois é aí que colocas a tua atenção e aceitas como real para ti essas memórias e procuras provas que sustentem a tua atenção.

Esse é um foco interno suportado nas memórias. E tudo aquilo que ocorre no presente é visto não por aquilo que é, mas sim através das lentes dessas memórias, é visto à luz das tuas experiências passadas. No entanto mesmo essas memórias só podem ser vividas no momento presente.

O que quer que faças, onde quer que coloques a tua atenção, isso ocorre sempre e só no momento presente. Pois só este existe, mais nenhum momento no tempo existe fora do agora. Podes-te iludir sobre outros momentos no tempo, mas são isso mesmo, uma ilusão. Não são aquilo que julgas que são.

É a tua atenção que direcciona onde despendes a tua energia, é o teu "bem" mais precioso. Quando estiveres a desempenhar uma tarefa ou a conversar com alguém, a tua mais-valia é a atenção que colocas nesse momento.

Quando estás com outra pessoa se estiveres de corpo e alma com essa pessoa, com atenção plena, poderás vê-la de verdade. De outro modo estarás a relacionar-te não com ela, mas sim com a imagem que estabeleces dela, seja alguém que conheces pela primeira vez, seja alguém que te é familiar. 

Sendo essa imagem mais sobre ti do que sobre essa pessoa, esta apenas se torna numa projeção tua. Projetas nessa pessoa as referencias internas que possuis, porque só a poderás conhecer se estiveres presente para aquilo que ela é.

Estando atento a cada momento tomas consciência da imensidão daquilo que constitui esse momento, ele é pleno, tudo inclui, nada é perdido. O todo está presente em cada momento, pois este é um imenso agora. Possui cada momento tudo aquilo que necessitas para o desfrutar em pleno. 

Nada te falta, mesmo que uma ideia de falta surja, ela é isso mesmo, uma ideia, mas não a realidade em si. A realidade está muito além daquilo que julgas que ela é e quanto mais focares a tua atenção no agora, mais ciente daquilo que é ficas.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

I can teach you nothing





There´s nothing that I can teach you because there's nothing for you to learn. All the knowledge abides within your essence. This limited idea of you, the ego, can't grasp the wholeness of the real you. And the good news is that it's not supposed to.

This limited idea of you is a way of  your essence to become aware of itself. It is consciousness being conscious of itself. It is awareness being aware of itself. No matter the name you call it the end result is the same. Only by limiting into tiny projections it can experience itself interacting with itself.

This limited idea will learn who it really is by the way it treats others, by the way it lives is life. Learning in fact is remembering, little by little the truth about essence. Within this illusion of separation, of limitation, dealing with the challenges that life presents each moment. 

Life is simple and perfect. You are life. Stop complicating it, allow the love that you really are to guide you along this journey of remembering. 

The purpose of life is to live life as it is. There´s nothing special for you to do, or to become. It is this idea of specialness that drives you away from your true essence, away from the now. As you struggle for life to be as you wish it to be, you will miss what is happening here and now.

And what happens here now is already perfect, is already all that you could wish for. 

How do I know that?

Because it is what happens. Reality is always right, there's nothing wrong with it, only your perception of it can be wrong. But perception can be corrected by you, it is apt to you the way you perceive what happens.
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