segunda-feira, 12 de maio de 2014
Stop trying and you'll get it
Stop trying and you will get it, it is the trying that prevents you to realize that what you are really looking for, you already are it, you already have it. The question is that what you really want it's not what you think you want.
The idea of need, the idea of lack keeps you in the loop of searching but not finding satisfaction. When you think you have accomplished and obtained what you wanted, a new need arises and all starts over. It's a never ending quest. The search for more and more.
And it is so, because you can't get what you already have and are. If you have a cup filled to the top you can't add nothing more in it. You are perfect as you are, there's nothing to add to what you really are.
But what you are it's not what you think you are. Whatever you think you are, you're not it. Human mind is limited to grasp the fullness, the vastness, the wholeness of what we are truly. I won't tell you what you are because I can't tell you. No human being can. Only an illusion of answer can be achieved.
As I see it, the point ain't to grasp our true essence, because we are it, there's nothing to grasp really. As humans we play this game of limitation in order to allow essence to be aware of itself in its different manifestations.
From a human being it is asked to play along, to enjoy the ride moment by moment. To accept reality as it is.
And it includes the idea of getting something more, the idea of evolution. Whatever happens in our experience as humans it's okay, because we already accepted it. Otherwise it wouldn't happen.
Stop trying so hard, stop fighting reality trying to make it something different than what it is. But if you think that you have to try it once again, and again. It's okay too, til you're ready to realize how perfect and simple all is.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Como tens tratado a tua vida?
Como tens tratado a tua vida? Tens cuidado dela, tens feito tudo o que podes por ela? Ou tens culpado ela por tudo o que de menos bom tem acontecido?
Reflete nestas perguntas e responde com sinceridade, as respostas que obtiveres são importantes apenas para ti e mais ninguém diretamente. O que essas respostas te darão é o quanto tens cuidado de ti, o quanto tens amado quem és de verdade.
Isto porque a vida não é algo que te seja estranho e que te ocorre de fora para dentro. A vida é aquilo que és, sem exceções. Não existe uma separação entre aquilo que julgas ser a tua vida interior, aquilo que se passa dentro da tua mente e aquilo que observas como sendo externo a ti.
Aquilo que tens como sendo externo a ti é um reflexo daquilo que se passa dentro de ti, daquilo que se origina na tua mente. Se quando olhas para a tua realidade e não te agrada, se rejeitas e batalhas contra a tua realidade atual, estás na verdade a lutar contra ti. Estás a rejeitar quem és.
Tudo aquilo que tens como positivo na tua vida é-te fácil acreditar e aceitar que possa ser uma projeção da tua realidade interna. Já aquilo que consideras como mau, que mexe contigo e que preferias que não existisse; isso é mais difícil aceitar que possa ter tido origem em ti, que seja um reflexo da tua realidade interna.
Perguntas tu, então estou condenado a viver esta vida como a perceciono e nada posso fazer para a mudar?
E a resposta é não, não estás condenado a nada, pois tudo aquilo que percecionas é mutável a única coisa imutável é a essência que te constitui. Mas o que quer que ocorra na tua realidade ocorre por algum motivo, nada é por acaso.
As coisas acontecem por forma a que despertes para a verdade da tua essência, para que te conheças de verdade, para que possas agir ao encontro de ti. E agir começa por aceitar a tua realidade atual, seja ela qual for. Quanto mais resistência criares mais difícil te parecerá e mais aprisionada a ela estarás, pois aquilo a que resistes persiste.
Aceitação não significa resignação, não significa desistir e ficar em casa esperando que as coisas melhorem, que as oportunidades venham até ti. Aceitar significa que tomas consciência da realidade como ela é, sem exceções e ficas disponível para abraçar os seus ensinamentos.
Porque a realidade é como é e assim sendo é perfeita, apenas a nossa resistência àquilo que é nos poderá iludir sobre aquilo que ela é. Só acontece aquilo que tem de acontecer e que estamos preparados para lidar, por muito difícil que possa ser a situação.
Aceitando aquilo que é e tendo mente aberta estaremos preparados para permitir que as mudanças ocorram em nós e novos caminho na nossa perceção se abram e sejamos guiados pela vida ao melhor de cada momento. Cada momento é pleno e nós somos essa plenitude, pois não somos apenas essa ideia de limitação que cremos ser.
Assim cuida de ti, ama-te. Ama a vida que és, deixa que ela te guie e oriente. Ela sabe o que é o melhor para ti. Acredita e entrega-te a ela, entrega-te à essência. Experimenta por ti e verás.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Jogar ou não o jogo do ego
A ideia que temos sobre quem somos enquanto humanos é o ego, uma ideia de limitação a um corpo e a mente que o controla. Essa mente é de forma simplificada os pensamentos que pululam em nós e que achamos que somos aquilo que pensamos que somos.
Ao longo daquilo que temos como sendo a nossa vida podemos vivê-la em piloto automático, fazendo aquilo que é suposto ser feito, aquilo que sempre foi feito. Ou por vezes acontece a alguns de nós uma necessidade, um apelo por saber mais, por descobrir quem somos de verdade.
E muitos daqueles que sentem esse apelo por saber mais, que descobrem a dormência em que tem vivido tal como os que os rodeiam, procuram fazer o que for para despertar, para se conhecerem melhor, para elevar o seu nível de consciência.
Na verdade, seja numa situação de piloto automático, seja nessa posição de descoberta da verdade sobre quem somos. Ambas resultam num jogo de "busca mas não encontres", o jogo do ego. O que as diferencia é que os primeiros jogam o jogo sem terem ciente que o estão a jogar, já estes últimos julgam que descobriram algo que os torna melhor que os restantes ainda adormecidos, mas continuam jogando o jogo igualmente sem saberem que o estão a jogar.
A questão está em jogar ou não o jogo e não a forma como jogamos o jogo. Ou seja, podemos optar por melhorar o ego, por elevar o seu nível de consciência e isso apenas altera a nossa experiência do jogo. A outra opção é deixar de jogar o jogo e observar apenas que somos o espaço onde esses jogos ocorrem. Que nenhum jogo limita o que quer que seja aquilo que somos em essência.
Esta segunda opção não implica que deixes de jogar o jogo enquanto existes também nestas roupagens humanas, pois esses jogos ocorrem naquilo que és, a grande diferença é que não estás apegado a essa ideia de personalidade, o pessoal não existe. Tu és todas as gotas do oceano, és o oceano.
A ideia de uma gota separada do oceano lutando para assegurar o seu lugar nesse oceano é visto tal como é uma mera ilusão, pois a gota sempre foi e será aquilo que é no agora, ela é oceano.
Tu és vida, plena, total em todas as suas manifestações. És vida tornando-se ciente de si mesma. E jogaremos os jogos que forem precisos até que deixem de o ser, na medida em que estivermos preparados, pois só acontece aquilo que estamos preparados para lidar e é perfeito que aconteça, pois só acontece o que tem de acontecer.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Torna-te no que és
Permite tornar-te no que és de verdade e o foco aqui é neste "que". O que és de verdade nada tem a ver com aquilo que pensas que és. Os teus pensamentos dizem muitas coisas, são arreigados de conceitos que se entrelaçam uns nos outros e que permitem uma certa ideia de coerência.
E em busca dessa coerência crias barreiras, crias defesas que te imobilizam, que te fazem criar raízes em torno dessa noção de personalidade e toda a sua história de vida. Por muito difícil ou agradável que tenha sido essa história, ela não diz quem és de verdade.
Aquilo que és é tal como sempre foi e sempre será, sendo perfeita, é intemporal, é imutável.
O permitir tornares-te não significa que tenhas essa capacidade, que exista essa possibilidade real de poderes alterar, de poderes optar por ser quem és de verdade. Aquilo que és, é, nada se torna naquilo que és, pois nunca deixaste de ser aquilo que és.
O tornar aqui significa um deixar cair das ilusões e ilusões não implica que não sejam reais, implica sim que não são aquilo que pensas que são. Observando essas noções sobre quem és, tudo aquilo que te habituaste relacionar com uma identidade de ti. Observando tornas-te ciente desse emaranhado de pensamentos e no entanto tu és esse espaço aberto onde eles ocorrem.
Os pensamentos vão e vem. Tu permaneces constante.
Isto significa que os pensamentos são maus?
Os pensamentos são aquilo que permites que eles sejam, eles podem-te limitar quando te identificas plenamente com eles, quando te defines através desses pensamentos e defines através deles a realidade externa em que estás inserido.
A boa notícia é que é suposto que seja assim. Os pensamentos são um instrumento principal neste jogo de ser humano, eles são a cola que sustenta a ilusão de individualidade, ou seja um individuo vivendo em dualidade.
Neste jogo alguns participantes vão despertando para servirem de exemplo, de lembrete para os restantes sobre a ilusão em que se encontram e que nada do que possa ocorrer belisca o que quer que seja a essência, a sua perfeição.
Tudo é perfeito assim como é, tal como é, tal como se vai desenrolando a ação deste jogo de ser humano. Nada acontece a ninguém de verdade, pois não existe um alguém individual a quem possa ocorrer o que quer que seja.
Se for esse o teu caso neste momento do jogo, desperta e relembra quem és de verdade.
Tudo está bem tal como é. Abraça este momento presente plenamente.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Conceitos limitam a vida
Os conceitos limitam a vida tal como a crês viver, esses conceitos são os filtros que te mostram ou escondem aquilo que tens como sendo o real, como sendo verdadeiro para ti. Desde a infância que nos são incutidos conceitos que vamos absorvendo e que definem quem somos e como nos comportamos face à realidade externa.
Desde logo o conceito de uma personalidade limitada por um corpo e com um nome próprio, que baliza essa personalidade. Alguém que é alguém tem um nome, é esse nome o fio condutor de um conceito. Conceito esse que vive em função da diferença entre si mesmo e tudo o resto que lhe é externo, que vive para lá dos seus limites.
Os conceitos são muralhas que criam pequenas ilhas existenciais gravitando numa realidade ilusória, pois esta não é aquilo que pensamos que ela é.
Em defesa desses conceitos surgem os grandes conflitos, as clivagens entre quem os aceita e os que os ameaçam. Uma dualidade permanente entre um eu e os outros, os meus conceitos e os conceitos dos outros, sendo sempre o nossos aqueles que estão certos, sem na maior parte das vezes considerar a possibilidade de os outros poderem igualmente serem admissíveis, serem verdadeiros.
Os conceitos que tanto se protegem são maioritariamente definições do passado que se preservam sem questionamento, alguém nos incutiu que era assim e assim passa a ser, sem questionar, sem conhecer de verdade tal como é no momento presente.
Contudo a partir do momento em que se define um conceito o objeto sobre que recai esse conceito deixa de ser visto, percecionado tal como é, ele deixa de existir como tal e passa na mente de quem o perceciona a ser limitado por esses conceitos. Por exemplo uma rosa cada vez que vê uma flor que identifica como uma rosa deixa de ver a verdadeira flor e apenas vê o conceito criado sobre esse tipo de flor e todas serão igualmente vista como tal, deixando assim de as conhecer de facto, mesmo o conceito de flor reveste-se de uma caixa maior que limita a perceção do real. Isto aplica-se a todos os conceitos.
Mas então é mau existirem conceitos?
Isso cabe a cada um de nós definir por si se será bom ou mau, na medida em que nos deixarmos limitar por esses conceitos, na medida em que nos fecharmos nesses conceitos e desse modo deixando de vislumbram todo um mundo de possibilidades infinitas que existe para lá de qualquer conceito e englobando esses mesmos conceitos.
A vida que és não conhece limites, nem divisões, tudo acontece em ti sendo perfeito tal como é.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Sofro mais do que tu
Enquanto humanos deparamos por vezes com uma espécie de campeonato de sofrimento, onde cada um tenta provar que a sua vida é mais difícil que a do outro. Comentários do género,"se te acontecesse o mesmo que a mim, tua ias ver o que é sofrer", ou então quando as pessoas fazem o inventário das suas doenças para provarem que são mais sofredoras.
Mesmo naqueles que procuram se conhecer melhor, que procuram respostas para as suas dúvidas, que procuram evoluir conscientemente, espiritualmente; alimentam a ideia de que apenas aqueles que sofreram muito, que passaram por grandes provações, são merecedores de evoluírem, de atingirem o despertar de consciência, de alcançarem a iluminação.
Seja de uma forma ou de outra, e todas as outras por meio; na verdade tudo isso resulta da ação do ego, resulta de uma identificação plena com essa ideia de limitação que é o ego, essa personalidade que cremos ser.
O sofrimento é sempre opcional, por muito que esta afirmação possa chocar, aquele que se choca com esta afirmação é essa ideia limitada, é o ego a reagir, a defender-se para manter o seu controle, para sobreviver. O sofrimento é a estória que o ego cria sobre acontecimentos por si criados, são todas as assumções, todos os julgamentos sobre o que aconteceu.
A dor é real e quando ocorre é sempre no presente, já o sofrimento é a estória que se cria a partir dessa dor. O sofrimento alimenta-se a si próprio, vai criando mais estórias e procura evidências sobre a razão de existir. Quanto mais identificado com essa ideia limitada de si, com o ego, mais se entrega a esse sofrimento, mais vítima das circunstâncias se torna.
O sofrimento não é bom, nem mau por si só, ele pode ser usado como um meio de aprendizagem, como uma meio de se descolar dessa ilusão de limitação, dessa ideia de ser apenas um corpo e a mente que o controla. E faz isso observando o sofrimento, observando a estória que ele acarreta, sem assumir esse sofrimento como sendo algo que possua, como sendo uma propriedade sua, como sendo algo que a identifica.
Aconteça o que acontecer nada disso influi naquilo que é em essência. Tudo aquilo que julga faltar, já é parte da essência. A iluminação, o elevar de consciência já existe em essência, já é tudo isso, aqui e agora.
Mesmo que não tenha consciência disso, pois quem não tem consciência disso é o ego, é essa ideia limitada de si. E é natural que assim seja, faz parte do jogo de ser humano, se não fosse para ser assim, então não o seria.
O resultado final deste jogo é que tudo é perfeito assim como é, que o verdadeiro objetivo não é o resultado final, pois ele já existe desde o ponto de partida, mas sim o desfrutar da experiência que acontece momento a momento.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
As relações nunca falham
As relações nunca falham, elas são perfeitas tal como são, aquilo que pode falhar é a tua perceção desses relacionamentos. Os relacionamentos não devem ser medidos pela sua duração, não é o tempo que duram que ditam se são bem sucedidos ou se são um falhanço, uma perda de tempo.
Quando os relacionamentos terminam procura-se culpados para esse desfecho, por vezes resulta uma ideia de uma vida desperdiçada num investimento total naquele relacionamento que vê chegar o seu término.
Todos os relacionamentos são perfeitos tal como são, independentemente do seu tempo de duração, e assim o é, porque é o que ocorre. Ninguém surge na nossa vida por acaso, todas as pessoas sem exceção acrescentam algo em nós e levam algo de nós consigo. Isto é assim para breves encontros como para longos relacionamentos.
As pessoas que surgem na nossa realidade espelham aspetos nossos, pedaços da nossa realidade interna exteriorizados para que os experienciemos ao máximo, no fundo estamos sempre a relacionar-mo-nos connosco próprios. Não com a ideia que temos de nós, mas sim com o ser pleno que somos.
Quando os relacionamentos terminam aquilo que falha de verdade são as expectativas que foram criadas acerca da outra pessoa, toda a estória de idealismo criada entorno dessa pessoa e não aquilo que ela é de verdade. Na maior parte dos relacionamentos as partes envolvidas são uma pessoa e as expectativas criadas sobre a outra pessoa e não a outra pessoa como ela é de verdade.
Os relacionamentos que duram mais tempo não são aqueles que são perfeitos no sentido que tudo corre sempre bem, mas sim aqueles onde cada uma das partes é genuíno, é honesto consigo mesmo e com o outro, mostrando-se como é e permitindo que o outro se mostre como é também, com todas as suas fragilidades e defeitos, pois é disso que se fazem os humanos.
A perfeição é algo que é o que somos em essência, logo o que enquanto humanos podemos criar e experienciar é a imperfeição, é a limitação e a tentativa de as superar.
Quando os relacionamentos terminam podemos optar por nos agarrarmos ao passado e ruminar nas causas do seu falhanço, procurando culpados para o sucedido. Ou então aprender com o que nos ensinaram, elevando a conexão com a essência e ficando recetivos a aprender mais e a partilhar o nosso amor de novo.
Pois o amor que possuímos, que somos de verdade, ele é inesgotável, ele é pleno, não necessita de nada mais para ser completo. Deixando de exigir que outrem nos complete, descobrimos que sempre tivemos o que julgávamos faltar e ficamos desse modo livres para desfrutar em pleno do outro tal como é, sem nos diminuirmos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






