sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O momento de usar o poder pessoal



Este é o momento de usares o teu poder pessoal e assumires as rédeas da tua vida. Fazes isso não pela tentativa de forçares que a vida seja como achas que deve de ser, mas sim pela aceitação da vida tal como ela é. 

O poder pessoal mais do que algo que possas usar é resultado da forma como te percecionas e te relacionas com a realidade em que estás inserida. Quanto mais ciente estás da tua conexão ao todo, quanto mais ciente que nada existe fora de ti, porque tu não és apenas esse corpo e mente que associas à tua personalidade.

Quanto mais ciente de ti estás, mais simples se torna a tua realidade.

Torna-se simples porque ela já é simples e és tu quem tem o poder de a tornar fácil ou difícil para ti quando ligas o complicómetro e multiplicas os teus problemas. Quando olhas para a tua realidade e vês muitos problemas, em vez de procurares por todos os meios resolve-los, procura primeiro dentro de ti encontrar as soluções para os mesmos, pois é aí que elas residem.

São as ideias que pululam na tua mente que filtram a realidade que vives enquanto humano. A realidade é um espelho do teu interior, por isso se não te agrada a tua situação atual, é indo dentro de ti que poderás alterar essa realidade, não pela ação direta sobre a mesma, mas sim pela atenção e relação que constróis sobre ela.

Quanto mais em fluxo com a tua realidade estás, mais uso dás ao teu poder pessoal.

O poder pessoal resulta da tua consciência de que estás ligada ao todo, que as outras pessoas que fazem parte da tua realidade, também fazem parte de ti. Tudo é energia e aquilo que pensas sobre as outras pessoas tem efeito sobre ti, aquilo que pensas sobre os outros diz mais de ti, do que diz deles. 

E isso é assim para todas as pessoas. Desse modo podemos usar aquilo que nos desagrada nos outros para nos conhecermos melhor e ver em nós de que forma existem essas características e que influência tem sobre a forma como se manifesta a nossa realidade.

Fazendo isso o que deriva dai é que essas pessoas podem sair da nossa vida, se nada mais tivermos a aprender uma com a outra, ou então a relação irá evoluir para algo diferente, normalmente melhor.
Seja por muito ou pouco tempo, ninguém surge por acaso nas nossas vidas, isso é assim para todos.

Aprendemos sempre com todas as pessoas se tivermos abertura para isso e atentos ao sinais que a vida nos dá. A vida está em diálogo permanente connosco e de múltiplas formas, se não estivermos atentos ao momento presente perderemos esses  sinais até que a vida nos envie sinais mais fortes que nos obriguem a ficar atentos.

Dai que surjam as doenças, os acidentes, as separações, desemprego, etc. São uma chamada de atenção para que tomes nota desse diálogo interno e recuperes o teu poder pessoal

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Life is harder until you accept it

Life is harder for you when you decide do confront it instead of accepting it as it is. Because when you fight against life you are fighting against you. You are life, all of it, be it perceived as good or bad for you, it still you. Good occurrences ain't better than the bad ones, only your judgment make it so.

When you truly know who you are in essence the need of rejection ends, no matter what happens in your human experience.

Knowing yourself lets you find the peace within to seize whatever form your reality may take. And you know that, comes what may, you still perfect as you are in essence. From your human point of view, that is limited, it doesn't mean that you will never feel sad or angry again. No, what it means is that you allow yourself to experience it fully, you learn from it and carry on your life, being present to whatever it brings you.

Embracing your life moment to moment, you enrich yourself, leaving nothing out of it. Giving your best, knowing that you need not to compare yourself with anyone else and what you think that they may think of you doesn't matter. It matters only what you think of yourself, it matters only the attention you assign to your thoughts and how attached to them you are.

Thoughts are deceiving because they are limited and when you question them you will see their real nature and yours also. You are this unlimited space where they occur, you are prior to any thought and you remain present when they go away.

Just be aware, notice whatever may came into your attention with detachment and all is okay.

When in doubt just let your intuition guide you, trust your essence to show you the way. Love is always the answer that lightens your path in this human experience. And the good news is that you don't need to believe this in order for it to be real and take care of you.

Life is flowing constantly, let it be and go with it.

Focus in what you can control, like your attention, like dealing with your emotions, like how you choose to respond to whatever happens. And let go what you cannot control like what others think or do. Like how life unfolds to you and the next one. Let be what you cannot control and you will see how simple all is and perfect also.

From you it is asked only to be present, aware of yourself and loving it all, because you are love, nothing is lacking in you, nothing is happening outside of you and to you. You are all and whole.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O que fazer quando crês que a vida te trata mal


A vida trata-te mal, do teu ponto de vista, sempre que a rejeitas tal como ela é. E isso é assim apenas na tua perceção, pois em essência a vida é neutra, ela não julga nada, não classifica nada, não separa nada. Esse é um trabalho teu, um trabalho do ego, que nada mais é que essa ideia limitada sobre quem és de verdade.

O ego é essa personalidade associada ao corpo e mente que foi sendo construída ao longo do tempo linear pelo qual os humanos medem a sua existência. O ego vê-se por comparação aos outros egos e suas circunstâncias. O ego subsiste na base de um jogo de "busca, mas não encontres", por forma a manter-te iludido daquilo que és de verdade, daquilo que é a tua essência.

Quanto mais empenhado estás em jogar mais mergulhas na ilusão de separação e no quanto tens de batalhar para sobreviver num mundo selvagem, onde apenas os mais fortes sobrevivem.

Sendo assim, o que podemos fazer para que se dissipe a ilusão?

Através do amor, este é sempre a resposta para todas as tuas duvidas, sejam elas quais forem, é através do amor que encontras a verdade e a liberdade do Ser. Através do amor encontras a paz e harmonia que tanto desejas.

E este amor nada tem a ver com o amor mundano, limitado do ego que te faz acreditar num amor apoiado no exterior, apoiado na dádiva dos outros , por forma a completar o que te faz crer que te falta. Esse amor é dependente, ele faz de ti prisioneiro da vontade do outro de te amar e isso é indutor de sofrimento.

Já o amor real é abundante, ele é a matéria do qual és feita, tu és amor, logo este não te pode ser retirado, nem acrescentado. Assim é a tua essência, no entanto enquanto vivendo esta experiência humana descobres essa verdade sobre o amor que és, amando aquilo que é a vida no momento presente.

Quando te permites amar aquilo que é, aquilo que é a vida como ela é, tudo fica mais simples, porque a vida é simples e perfeita tal como é. Já aquilo que pensas sobre a vida é complexo, o pensamento é complicador, pois ele é apenas uma estória sobre uma porção da realidade, mas não contempla a realidade plena.

O pensamento é a fonte desse diálogo interno permanente que absorve a tua atenção e que depois se projeta na tua realidade humana. Tornando-te ciente desse diálogo interno com desapego, permites-te descolar do mesmo e relembrar que não és limitada por ele ou qualquer outra coisa. 

E percebes que os limites que acreditavas serem os teus em nada beliscam a tua essência. Fazendo isso ficas livre para viver em pleno todos os desafios desta experiência humana, aceitando e amando todos os aspetos da mesma, ou seja, os bons e os maus também, com todos os outros de permeio.

Escolhe agora entregar-te ao amor, à tua essência e deixa que ela te mostre como é bom viver esta experiência humana. Faz isso, só por agora.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Confia em ti, tu podes mais

Este é o momento certo para começares a tratar de ti, para começares a confiar mais em ti e naquilo que és capaz de fazer. Todas as tuas dúvidas resultam de uma ideia de incompletude, de acreditares que não és suficiente sendo como és e que necessitas de algo externo a ti que te complete, sejam bens materiais, sejam outras pessoas.

Quanto mais duvidas das tuas capacidades e colocas nos outros a esperança de te darem o que crês que te falta, na verdade o que estás a fazer é abdicar do teu poder pessoal e da tua responsabilidade de escolha face aos desafios que a vida te dá.

Nada do que acontece na tua realidade está para lá daquilo que consegues lidar, daquilo que consegues suportar. O que quer que ocorra já foi aceite pela tua essência, de outro modo não ocorreria. As experiências que terás de passar servem para eleves o teu nível de consciência e relembres quem és de verdade em essência.

Só te é pedido que estejas presente em cada momento para aceitar a realidade, a vida como ela é, como tu és de facto, porque tu és vida, não existe hiato algum entre o que és e aquilo que consideras a tua vida, tome isso a forma que tomar.

Uma ilusão de separação existe e quanto mais acreditas na veracidade dessa ilusão, maiores são os desafios que a vida te coloca para que quebres essas ilusões e te permitas desfrutar em pleno aquilo que és, aquilo que é a tua vida.

Cada ser humano é um ponto de vista diverso do todo que somos parte, da essência do que somos, mas esse ponto de vista não é limitativo daquilo que é a nossa essência. E quanto mais confiares na plenitude do teu ser e na orientação da vida, ela dar-te-à provas do quão perfeito és, sendo tal como és.

Na realidade não importa aquilo em que crês enquanto humano para aquilo que és em essência, no entanto importa sim para a qualidade da tua experiência humana. As tuas crenças condicionam aquilo que percecionas como sendo a tua realidade e o teu papel nessa mesma realidade.

Aquilo em que acreditas torna-se real para ti e viverás de acordo com essas crenças, procurando sempre as provas que justifiquem essas crenças. Tenderás a forçar a tua realidade para que seja de acordo com aquilo que julgas ser o melhor para ti e no entanto o que isso cria é mais resistência da tua parte àquilo que é.

Por outro lado quanto mais em fluxo com aquilo que é te permites estar, mais simples é a tua experiência humana, mais ciente da plenitude do teu ser estás e menos terás de sofrer, pois deixas de remar contra a maré.

Tu podes muito mais do que acreditas poder, e para descobrir isso, permite-te confiar mais em ti, segue a tua intuição, ouve o coração e deixa que a vida te surpreenda, mesmo quando não entendes os "porquês" daquilo que acontece, permite-te a abertura de espírito para confiar que ocorra o que ocorrer será para o teu bem, será o melhor para ti, mesmo quando não parece que seja.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Como saborear cada momento


Cada ocorrência na realidade humana comporta em si mesma aspetos positivos e negativos, e será aqueles que tiverem a nossa atenção que ganharão preponderância sobre nós. Aquilo em que nos focamos torna-se real para nós, pois é a nossa atenção que lhes concede essa faculdade. Tudo se passa primeiro dentro de nós e depois torna-se projetada na realidade externa.

Aquelas que são as nossas crenças determinam o guião do que acontece e como isso tem origem em nós, encontraremos as provas que o sustentem e justifiquem. Sendo assim um espécie de profecia auto-realizada.

No entanto as crenças são histórias originadas na nossa mente e apenas a nossa atenção lhes concede realidade, quando nos tornamos cientes que são histórias ocorrendo na nossa mente e que não são mais reais que qualquer outra história, descobrimos que o poder que elas tem sobre nós depende apenas de nós.

Com essa consciência tornamos-nos mais livres para desfrutar da realidade como ela é, com desapego e entramos em fluxo com a vida que somos, que não está condicionada ou limitada a não ser pelos limites por nós criados. 

É o desapego que nos liberta do sofrimento, pois quanto mais apegados estamos ao que quer que seja, mais limitados por isso estamos, criando uma ilusão de limitação artificial que não encontra lugar na essência do que somos de verdade.

O que somos em essência em nada é beliscado por qualquer criação nossa do ponto de vista humano, pelo contrário a essência usa cada uma dessas perspectivas humanas para se tornar ciente de si mesma. 

A boa notícia para o ser humano que somos nesta dimensão, é que não necessitamos de crer em nada do atrás referido para desfrutar da realidade humana em que estamos inseridos. E fazemos isso aceitando a realidade como ela é, com todas as limitações por nós percecionadas e amando quem somos, tal como somos.

É através dos contrastes que ganhamos uma perspetiva da qualidade da nossa experiência humana. Esta dualidade apimenta os momentos que julgámos como bons, porque existem os momentos menos bons como contraste. 

Se todos os momentos fossem iguais a oportunidade de experienciar o leque alargado de emoções humanas, seria perdido.

E nenhuma emoção é mais importante ou melhor que a outra, apenas o nosso julgamento as considera uma coisa ou outra, mas todas elas são parte daquilo que somos em essência, é parte da vida que somos.

A vida é perfeita e simples tal como é. Independentemente do que penses sobre a vida, ela continua sendo plena e perfeita. E tu és essa vida, tu és vida. Permite-te saborear cada momento, não desperdices nenhum, todos são preciosos.




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Escolher o caminho da menor resistência



Há momentos na nossa vida, nesta história continua da nossa experiência humana, em que somos confrontados com desafios que colocam tudo em causa, do nosso ponto de vista. As dúvidas tomam conta de nós e como que nos sentimos indefesos, incapazes de lidar com a situação e a achar que nada podemos fazer.

E no entanto aquilo que fazemos, enquanto estamos a pensar desse modo, é precisamente a lidar com a situação. O que quer que ocorra na nossa realidade acontece porque temos a capacidade de a enfrentar, capacidade de aprender com ela e evoluir. E este evoluir nada mais é do que relembrar quem somos em essência.

A nossa essência é perfeita tal como é, nada lhe falta, aconteça o que acontecer nada belisca a essência do que somos, até porque o que quer que aconteça já foi aceite pela nossa essência, de outro modo não ocorreria.

Todos os acontecimentos na nossa realidade, sejam os considerados bons ou maus e todos os de permeio, são na realidade uma diálogo connosco mesmos. São um diálogo interno com a vida que somos em toda a sua plenitude.

A vida é simples, nada a pode complicar. Já aquilo que contamos a nós próprios sobre a vida que estamos a viver pode ser complicado, pois resulta dos pensamentos que surgem em nós e estes sim são complexos. E são tão mais complexos, os pensamentos, quanto mais apegados e identificados como eles estamos.

Mas nós não somos apenas aquilo que pensamos que somos. Os pensamentos ocorrem em nós, neste imenso e ilimitado espaço de consciência que somos, mas não nos definem, nem limitam, apenas o fazem se lhe concedermos esse poder. Apenas a nossa atenção e apego aos pensamentos podem limitar a nossa perceção da realidade em que vivemos, da vida que somos.

Enquanto humanos a nossa visão da essência é limitada e isso é assim não como defeito, mas como feitio, para podermos experienciar a essência, ou seja, é a essência a tornar-se ciente de si mesmo sob diferente pontos de vista limitados que em conjunto criam a visão do todo.

E de que modo o ter consciência disso nos pode ajudar a viver o dia-a-dia deste nossa experiência humana?

Ajuda na medida em que ficamos livres para aceitar cada momento como ele é e para nos aceitarmos como somos, sem cobrar mais de nós, sem nos diminuirmos por comparação com os restantes seres humanos, pois cada um de nós é único e ninguém é dispensável, mesmo aqueles que na nossa perceção são maus e causadores de sofrimento.

A realidade humana é dualista, estamos sempre a caminhar entre dois limites, que validam o que acontece, seja o masculino e feminino, o bom e o mau, o alto e o baixo, o sol e a lua, etc. O bom disto tudo é que na medida em que ficamos mais cientes da nossa essência percebemos que não temos de escolher nenhum dos lados, pois somos todos eles. 

Por vezes pensamos que estamos de um lado e por vezes pensamos que estamos do outro e fazemos isso acreditando que a nossa escolha é a acertada, cada um de nós faz o melhor possível, faz aquilo que acredita ser o melhor para si e para os outros.

Quanto mais presentes, quanto mais focamos a nossa atenção naquilo que ocorre no agora, sem nos apegarmos ao que quer que ocorra, mais livres e em paz estamos e percebemos que tudo é perfeito tal como é. E o bom é que não temos de acreditar nisso, enquanto humanos, para que assim seja. 

Escolhendo o caminho da menor resistência à vida que somos, ela mostra-nos o quão plenos somos, mostra-nos a felicidade genuína, sem barreiras, sem condicionalismos. Mostra-nos o que somos em essência, onde nada nos falta.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Accept the gift of life Now


Life is a gift been given you each and every moment. And it happens always now. You can perceive it or not, from your human point of view, but may you perceive it or not as it is, it still as it is. The least you resist to the present moment as it it, more peaceful is your interaction with life. 

When you stop the war against what is, against what you really are, you realize that all is perfect as it is, as it always been. You will realize that life happens for you, not to you. Life is there to support you, to guide you, because you are it, you are life.

The path of least resistance allows you to be filled with peace and love, because it is what you are in essence. And least resistance means not, to give up and do nothing, but to let things be as they are, as you are. Your problems, what problems means to you anyway, arise when you try to force reality to be as you think it should be, instead of what it is actually. 

Choose to focus your energy on moving toward what your heart desires, not on moving away from what you do not want. When you choose to move away from what you do not want, you are reinforcing your attention on what you don't want, and what you focus on becomes real to you, it gains life to you. 

Giving what you don't want your focus you are giving it power over you and creating a veil over what you already are. 

And what you already are is perfect as it is, it is whole, it lacks nothing. So by choosing to move toward what your heart desire you are stepping forward to what you already are in essence. You are aligning with your core, with life and flowing with it, that is the path of least resistance.

It doesn't mean that you'll never be sad again or face difficulties, what it means is that you know that no matter what, you are fine, nothing can hurt or diminish what you are in essence. You know that whatever happens your essence already accepted it and you can handle it, you can cope with it. 

When you face harsh times and feel overwhelmed, just tell yourself "I am not alone, I am more than this" and rely on your higher self, on your essence to lead you to do the right thing, the one that serves best your path in this human experience, it may not be what you wish it to be, but it will always be what is best for you. 

Accept the gift of life now, it is a gift, a opportunity to be aware of life happening in you, as you. Feel the love within, spread it and watch it grow, watch it doing its magic. 
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